A quarta-feira (2) deve ser o dia mais importante da semana para o mercado, pois deve ser a data em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciará o alcance de sua política tarifária. É mais um marco da turbulência promovida pelo político em todo o mundo, mas a política tarifária dos EUA não é necessariamente ruim para o Brasil.
A Carta do Gestor, documento emitido pelo Itaú BBA, indica que “(…) maiores tarifas de importação devem pressionar a inflação norte-americana, levando a uma desvalorização do dólar – o que, por sua vez, reduz as perspectivas de inflação (e juros) no Brasil”.
Relembre o fechamento da bolsa ontem
Na terça-feira, o mercado acionário local registrou uma sessão de menor liquidez, o que ajudou a incrementar a volatilidade na sessão.
Depois de subir até os 131.982 pontos, o Ibovespa perdeu força durante a tarde, em meio a uma alta mais contida de algumas blue chips de bancos. No fim do dia, o índice encerrou em alta de 0,68%, aos 131.147 pontos. Na mínima do dia, chegou a bater os 130.081 pontos.
O fluxo favorável de investidores estrangeiros para a bolsa também ajudou a elevar os ganhos do índice, em um pregão em que a maior parcela das blue chips registrou alta.
O destaque ficou para as ações da Vale, que subiram 0,86%, em linha com o avanço nos preços do minério de ferro. Da mesma forma, os papéis da Petrobras avançaram. A PN da petroleira teve alta de 0,38%. Já blue chips de bancos, como as preferenciais do Bradesco, encerraram em leve queda de 0,13%.
Já em Wall Street, os índices americanos encerraram o pregão em direções opostas: o Nasdaq teve alta de 0,87%; o S&P 500 avançou 0,38%; e o Dow Jones fechou perto da estabilidade, com leve queda de 0,03%.
Com informações do Valor Econômico
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